Apenas 24 horas para tudo acabar, o que fazer? É correr contra o tempo para fazer com que o fim valha a pena. Pedir perdão, pelos erros cometidos e pelas falhas inevitáveis, saber que disse tudo o que podia. Dar um último abraço nas pessoas que são importantes e se despedir de cada uma delas, mostrando o quanto são importantes para si. 
Aproveitar ao máximo os últimos momentos, sabendo que fez o seu melhor e tentou ser uma boa pessoa nesse mundo tão complicado. Rir até a barriga doer e lembrar de cada pessoa que fez parte da sua vida.



Ela tinha consciência de que a maioria das pessoas eram passageiras, que ficavam na sua vida por pouco tempo e logo iam embora. Tinha muitos conhecidos, pessoas que conversava todos os dias, mas apenas assuntos banais, sem muita profundidade. Ela era daquelas que tinha dificuldade em confiar no outro, não falava muito a respeito de si, apenas o que fosse necessário, não gostava muito de mostrar quem era, preferia ser alguém reservada, demorava para confiar, mas quando isso acontecia, era para valer.
Ela tinha poucos amigos, mas eram pessoas especiais e ela sempre agradecia por tê-los em sua vida. Eles sabiam de cada detalhe de sua vida, de cada qualidade e defeito seu, e mesmo com suas imperfeições, ainda permaneciam ao seu lado. Ela sabia que era uma dádiva ter amigos e pessoas com quem pudesse contar, mas em especial, ela agradecia por "sua pessoa".


Sinopse:

São noites mal dormidas, dias cercados por ansiedade. Se fosse simples descrever, diríamos apenas: são 22 jogadores correndo atrás de uma bola, são alguns milhões de torcedores querendo que seu time ganhe.
Retratar o futebol é ver em cada rosto uma paixão diferente, um quadro de amor incessante que se modifica a cada segundo. Para retratar o Grêmio, é preciso ir além de pôsteres e fotos de times campeões, requer que olhemos nas molduras. Mais do que simplesmente dentro das quatro linhas de um campo de futebol, o amor de um gremista repousa em nossas três cores. E se tudo vive a modificar-se, o que sentimos pelo Grêmio segue inalterado. É a nossa herança, apenas nós somos dignos este Amor Imortal.

Autor: Felipe Sandrin
Páginas: 134


Vi no blog da Mia Sodré um post contendo um resumo do que aconteceu no mês, achei a ideia bem interessante e resolvi aderir.

Livros:
Esse mês fui totalmente relapsa com relação à leitura, confesso que isso tem acontecido nos últimos meses, ando um pouco afastada dos meus livros, mas estou tentando mudar isso aos poucos. Enfim, li apenas o livro “Amor Imortal” de Felipe Sandrin; o livro fala sobre a paixão pelo futebol, mais especificamente, o amor pelo Grêmio, meu time do coração.
Comecei a ler, do mesmo autor, o livro “Eu vi a rua envelhecer”, que traz reflexões sobre as coincidências e possibilidades que a vida traz.